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Foi por pouco!

Atualizado: 14 de Dez de 2020


Seguro Empresarial

Você já ficou uma noite sem dormir? Ou tomado por um único e angustiante pensamento ?

Era alta madrugada e o telefone tocava insistentemente no apartamento do Seu Joaquim, localizado na esquina da Rua da Paz. Ele tinha por hábito trabalhar até tarde, de maneira que havia somente umas duas horas que ele chegara em casa, e depois de tomado, como de costume, seu banho gelado, estava agora entregue ao sono dos justos.


Mas o barulho do telefone não parava, e Dona Tereza, esposa do nosso personagem, incomodada, levantou-se para atender o telefone na sala.


A idosa sra mal balbuciou um “alô", para ouvir do outro lado, uma voz masculina, acelerada e nervosa. “Fooooooooogoo”, “Cadê o Seu Joaquim?”


Dona Tereza, ficou paralisada, alguns segundos de silêncio, só ouvindo a voz desesperada do mensageiro.


“Cadê o Seu Joaquim?”, “A padaria tá pegando fogo”

“Quem tá falando”, com esforço conseguiu dizer

“É o Pedro, dona Tereza - o padeiro"


Interrompo aqui, meu caro leitor, para te fazer uma pergunta. O que faria se estivesse no lugar da Dona Tereza? Mas antes, preciso te contar algo, só entre nós.


Seu Joaquim, era um português legítimo, e já contava seus 70 anos. Viera muito menino para o Brasil, atrás do sonho do pai, Seu Antônio.


Ele tinha pelo pai, uma admiração incomum, como as crianças têm por seus heróis.

Meu pai, dizia ele, fez tudo por mim, e pela Maria, minha irmã. Vendeu jornal na esquina, trabalhou na roça de café, foi aprendiz de padeiro durante muitos anos.


Papai sempre dizia pra gente, nunca desistir, acreditar sempre nos sonhos e trabalhar com honestidade. Foi assim, que ele conseguiu se tornar sócio da padaria em que trabalhava como padeiro, e depois montar a sua, que ele chamava de “Pão dos sonhos”.


Mas a “Pão dos sonhos”, numa noite de domingo, alta madrugada, foi consumida pelo fogo até virar cinzas. Nada sobrara, e tal como Seu Joaquim, naquela noite, o Seu Antônio, também dormia.


Seu Antônio nunca escondeu a amargura, mas estava cansado pela idade, e um AVC tomou sua vida em menos de um ano.


Reconstruir a “Pão dos sonhos”, se tornou uma obsessão para Seu Joaquim e, uma forma de homenagear seu herói.


Voltando ao nosso momento paralisado: o que faria você, meu caro leitor, no lugar da Dona Tereza? Acordaria Seu Joaquim? Como falaria?

“Joaquim, acorda! Tá acontecendo algo na padaria...ligaram e pediram pra você ir pra lá agora!”


Não demorou muito para Seu Joaquim chegar e se dar conta da situação desesperadora.


O carro do bombeiro já estava lá, jogando água no telhado. Não havia muito o que salvar, o fogo se alastrou com muita rapidez devido à madeira seca. Não haveria pão quentinho, na segunda.


Dona Tereza, acostumada a ouvir a história triste do sogro, via no rosto do marido um semblante triste, porém não desesperado, mas preferiu não perguntar nada.


Já era quase quatro da manhã, quando os bombeiros terminaram o serviço, e agora só se via na “Pão dos sonhos”, bolhas de água esfumaçante.


Era a hora de voltar pra casa, dormir seria difícil, mas uma dúvida martelava a cabeça da Dona Tereza. O que explicaria o semblante do marido, diante da repetição da tragédia?


Na manhã seguinte, veio à casa do Seu Joaquim, o Fernando, todo engravatado, com uns documentos na mão, sob sua pasta de couro reluzente.


“Nando, deixa te apresentar minha esposa, Tereza”, “Tereza, este é o Nando, o meu corretor de seguros”


Seu Joaquim, havia contratado uma apólice de Seguro Empresarial para a padaria, com cobertura não somente de incêndio, mas também de lucros cessantes e despesas fixas, que cobriria boa parte das despesas mensais, além da perda do lucro, enquanto a padaria não voltasse a funcionar.


“Pode deixar comigo, Seu Joaquim”, eu adoro aquelas delícias lá da “Pão dos sonhos”. Rapidinho...vamos levantar as paredes e com forno novo.


Assim, termina mais uma história com final feliz, graças ao seguro.


Mas fica o alerta...a vida é cheia de imprevistos de todo tipo. Um seguro de incêndio residencial é baratinho, você compra até pela internet, aqui no Segunda Opinião.


Mas se você tem uma empresa ou é o responsável por ela, aí é que não pode ficar sem seguro. Deixe de almoçar um dia no mês, faz até bem para a saúde, mas não deixa o seguro de lado. Olha o exemplo do Seu Joaquim.


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